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ANO DEZ Edição 479

Dragão, Mente, Caixa, Bresson e Zumbilândia!

> Esta semana a maior novidade é que, enfim, Recife poderá assistir nos
cinemas a elogiada comédia Zumbilândia, em cartaz no Rosa e Silva e no
BOX Guararapes. A comédia A Mente que Mente, com John Malkovich,
exibe no Rosa e Silva e, nos multiplexes, temos a animação Como Treinar
o seu Dragão
, exibida em 3-D somente no BOX Guararapes; o novo
filme do diretor Richard 'Donnie Darko' Kelly, o suspense A Caixa;
o terror Halloween 2, de Rob Zombie, e o nacional Quanto Dura
o Amor?
nas sessões extras dos multiplexes. Assista e comente.

O Cinema da Fundaj faz sessão especial para a obra-prima O Processo
de Joana D'Arc
. No Apolo temos sessões gratuitas de Noite e Neblina,
Brinquedo Proibido e Arquitetura da Destruição. Ainda, pré-estreias
de Direito de Amar, Um Segredo em Família, Bons Costumes
e Dupla Implacável. Em cartaz, recomendamos O Que Resta do Tempo
no Rosa e Silva, Ilha do Medo nos multiplexes e Polícia, Adjetivo na Fundaj.
Assista, opine, participe, comente para fernando@kinemail.com.br

DICAS DE CINÉFILO Filipe Marcena comenta Southland Tales - O Fim
do Mundo
, segundo filme de Richard Kelly (diretor de A Caixa). Leia AQUI

LEITOR VIP Para ganhar convites para ver A Mente que Mente,
Um Sonho Possível
e Polícia, Adjetivo, clica AQUI








UM PEQUENO ROMANCE
EUA/FRA | George Roy Hill | 1979



ZUMBILÂNDIA
Zombieland EUA 2009 1h28min RT 8,9
de Ruben Fleischer com Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Abigail Breslin, Emma Stone
por Fernando Vasconcelos

OPINIÃO
Que pena que, depois de esperar por tanto tempo pelo lançamento
de Zumbilândia aqui no Recife, o público simplesmente não compareceu.
Obviamente, muita gente e fãs do gênero já haviam baixado o filme da web...
O BOX Guararapes ainda dá uma chance, com segunda e última semana
pra você assistir essa deliciosa comédia de gênero em uma boa tela larga
do cinema. Já um subgênero do gênero, as comédias com mortos-vivos
também afugentam boa parte do público médio, mas quem gosta de uma
comédia mais esperta, gostará de Zumbilândia, estreia de Rubem Fleisher
na direção. Com créditos de abertura sensacionais, fazendo ótimo uso
de imagens digitais em câmera lenta de altíssima definição, somos
apresentados ao protagonista Columbus (Jesse Eisenberg), um típico nerd
que adapta-se muito bem ao novo mundo onde a América foi tomada por
zumbis, após a disseminação de um vírus, como você já sabe. Tímido,
anti-social e solitário, Columbus não tem muito problema em adaptar-se
ao mundo pós sociedade. Temos ainda um pequeno detalhe, Columbus tem
pavor de palhaços. Imagine quando ele encontrar um palhaço morto-vivo!

Quando resolve atravessar o país a procura de sobreviventes, ele encontra
o maluco Tallahassee (Woody Harrelson, sempre uma presença) e logo depois
eles encontram Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin, de
Pequena Miss Sunshine), em situações surpreendentemente tão engraçadas
quanto inteligentes. O roteiro baixa o ritmo e é notável como desenvolve bem
os personagens, cada um com seus motivos e medos. Mas, claro, isso é apenas
uma comédia, nada pra levar muito a sério. A caminho de Los Angeles, onde
as garotas querem visitar um parque de diversões abandonado, a trupe resolve
dar um tempo na região das mansões de Hollywood e escolhe a casa de Bill
Murray (!), uma das melhores surpresas da fita, incluindo divertida homenagem
a Os Caça-Fantasmas e algumas piadas impagáveis, típicas de Murray, como
quando perguntado se, nesse mundo de mortos-vivos, onde qualquer um pode
morrer a qualquer momento, ele tem algum arrependimento, ao que ele responde:
'Garfield, talvez.' É de morrer de rir. Não leve seus pais e tias para ver
esse filme, eles ao certo preferem ver Chico Xavier, mas reúna os amigos
e vá pegar uma sessão de Zumbilândia, que comédia boa é uma raridade!
Visto em 26/03 como convidado do Cine Rosa e Silva
Mande sua opinião para
fernando@kinemail.com.br


A MENTE QUE MENTE
The Great Buck Howard EUA 2009 1h30min RT 7,2
de Sean McGinly com John Malkovich, Colin Hanks, Emily Blunt, Steve Zahn

por Fernando Vasconcelos

OPINIÃO Esse pequeno e simpático filme está longe de ser uma
grande surpresa, mas diante da ração fast-food estúpida que domina
os multiplexes, A Mente que Mente é uma ótima saída para um
leve entretenimento que não agride a inteligência. O filme começa
mal com uma algo irritante narração em off do jovem estudante
de advocacia Troy Gabel (Colin Hanks, filho de Tom), explicando
como a vida dele é infeliz. Ele resolve, contra as expectativas
do pai (o próprio Tom Hanks, em breve participação), ser assistente
do showman decadente Howard Buck, que faz espetáculos onde exibe
números como 'mentalista', de clarividência e hipnose, para plateias
do interior jeca americano. Apesar do arco narrativo ser sobre o rapaz,
a verdade é que o motor do filme está em John Malkovich, deitando
e rolando no personagem, caricato na hora da comédia, mas também
comovente nos poucos momentos mais tristes e melancólicos.

O diretor novato Sean McGinly parece tímido em aproveitar o potencial
da comédia e prefere uma levada ligeira, superficial, mas nem por isso
menos divertida. Atores ótimos como Steve Zahn, a bela Emily Blunt
(aqui radiante, pedindo mais espaço pro seu personagem) e alguns
menos conhecidos completam o elenco da série de pequenas vinhetas
humorísticas, por cada cidadezinha onde Howard e seu assistente
passam. Um dos charmes mágicos da fita está no mistério sobre
um número que Howard apresenta, onde pede para os espectadores
esconderem o dinheiro que ele receberá pela apresentação e, caso
ele não descubra com quem está, ele perde o dinheiro. Nesse pequeno
truque (ou não?) reside toda a graça poética do filme e da jornada
do jovem Troy, sendo A Mente que Mente, com suas boas sacadas
sobre fama, sucesso e mídia, acima de tudo uma carinhosa homenagem
ao verdadeiro showman americano The Amazing Kreskin, no qual o filme
foi inspirado e ao qual é dedicado. Valer a pena conferir a fita.
Visto em 19/03 como convidado do Cine Rosa e Silva
Mande sua opinião para
fernando@kinemail.com.br


COMO TREINAR O SEU DRAGÃO 3-D
How to Train Your Dragon 2010 1h38min RT 9,5
animação de Chris Sanders e Dean DeBlois | cópias dubladas em português

por Filipe Marcena

OPINIÃO O jovem rapaz Soluço não consegue adquirir respeito na comunidade
vinking onde vive. Ninguém o leva a sério, pois ele é incapaz de matar dragões,
fator mais importante da cultura local e que agrega valor e poder aos que o fazem
com distinção. Quando um famoso e ameaçador dragão ataca a comunidade, Soluço
acaba dominando o animal e em seguida desenvolve uma amizade secreta com
tal dragão que, na verdade, é um animal dócil. Os vinkings começam a desconfiar
do comportamento de Soluço e o menino precisará brigar por seu amigo.
Baseado no livro infantil de Cressida Cowell, Como Treinar o seu Dragão conta
uma história mais que batida e já desenvolvida por dezenas de filmes antes, sendo
a referência mais óbvia a saga de Elliot e seu amigo ET, filmada por Steven Spielberg
há quase 30 anos atrás. O filme não apresenta nada de novo na sua estrutura,
mas o visual sofisticado e algumas cenas de prender a respiração, além do
carismático dragão Banguela, tiram o filme da mediocridade habitual.

Com a ajuda do mestre fotógrafo Roger Deakins, os diretores Dean Debois
e Chris Sanders (do divertido Lilo & Stitch) investem alto em sequências de ação
vertiginosa nos voos dos dragões que terminam sendo o grande destaque
do filme (bem melhores que as cenas equivalentes em Avatar, por exemplo).
Apesar do design das criaturas ser suavizado e muitas vezes engraçadinho,
as cenas no ninho dos dragões e a batalha final chegam a ser assustadoras
para os pirralhos e, se vistas em 3-D, de causar vertigem, com o ótimo
aproveitamento da tela larga em CinemaScope. O personagem dragão
principal, Banguela, é um primor de execução, conseguindo ser belo,
assustador e simpático no decorrer do filme. A relação do menino com
o dragão, apesar dos clichês, é o cerne do filme e algumas cenas entre eles
chegam a ser comoventes. Os outros personagens humanos são dispensáveis,
vítimas de um roteiro preguiçoso mas, saldo final, o filme é boa diversão.
Visto em 23/03 como convidado do BOX Guararapes 3-D
Mande sua opinião para filipeap1988@hotmail.com


A CAIXA
The Box 2009 1h55min RT 4,4
de Richard Kelly com Cameron Diaz, James Marsden, Frank Langella

por Filipe Marcena

OPINIÃO Primeiro filme do jovem e talentoso diretor Richard Kelly lançado
nos cinemas brasileiros, A Caixa é seu terceiro longa-metragem. Suas duas
primeiras empreitadas foram o cultuado Donnie Darko, que lançou Jake Gyllenhaal
ao estrelato, e o grande fracasso Southland Tales - O Fim do Mundo (que está
no DICAS DE CINÉFILO desta semana), ambos lançados diretamente em DVD
por aqui. A Caixa é aparentemente o filme mais acessível de Kelly, com o apelo
da estrela Cameron Diaz como protagonista, uma sinopse relativamente simples
e temas bem aceitos pelo público médio. Ao mesmo tempo, é um filme fora
dos padrões hollywoodianos, complexo, corajoso e autoral, no melhor estilo
Richard Kelly. Garanto que você nunca assistiu a algo como A Caixa.

O filme é inspirado no conto Button, Button de Richard Matheson, um mestre
da melhor ficção fantástica, e narra a história da família Lewis, composta por
Norma (Cameron Diaz num bom momento), seu marido Arthur (James Marsden,
também bom) e o filho Walter (Sam Oz Stone). Muito cedo numa manhã, eles
recebem uma estranha caixa de madeira com um botão vermelho no topo
e um bilhete avisando que o estranho Arlington Steward (Frank Langella, sinistro)
irá visitálos mais tarde. Durante a visita, Steward propõe a Norma apertar o tal
botão vermelho. Caso ela aperte, duas coisas acontecerão: 1. Alguém que ela
não conhece, em alguma parte do mundo, morrerá. 2. Ela receberá US$ 1 milhão
de dólares em sua conta bancária, livres de impostos. E ela tem 24 horas para
decidir, antes que Steward venha pegar a caixa de volta. O conto original pode
ser considerado adaptado na meia hora inicial. Tudo que vem a seguir
é produto da criativa mente do diretor/roteirista.

A meia hora inicial é quase uma obra-prima do cinema clássico de suspense, com
Kelly mostrando como domina e sabe fazer bem 'cinema convencional'. Depois,
ao mergulhar numa série de fatos e acontecimentos insanos, a única certeza
que temos é de que qualquer coisa (qualquer coisa MESMO) pode acontecer.
Vemos então Kelly fazendo o cinema que gosta e se divertindo. E, dentro das
expectativas de quem já conhece o diretor, ele faz bem. A atmosfera de paranoia
que lembra bastante as ficções científicas dos anos 50, 60 e 70, a apropriada
trilha sonora do Arcade Fire e a linda, brilhante, direção de fotografia em digital,
apoiam o diretor para filmar com desenvoltura as cenas mais esquisitas, imaginativas
e, vá lá, ridículas que você possa imaginar. Kelly talha seu nome no filme inteiro
e é sua vontade pessoal e sua competente mise-en-scène que fazem de A Caixa
uma obra no mínimo interessante. É um filme inclassificável, está além de qualquer
estrelinha que eu possa dar, dizer se é bom ou ruim não faz muita diferença.
Foi uma experiência que eu apreciei com um pé atrás e uma mão na boca,
mas sempre com curiosidade e senso de diversão B. Pode ser uma grande
e esquizofrênica bobagem, mas apertar esse botão não é pra qualquer um.
Visto em 27/03 como convidado do multiplex Boa Vista
Mande sua opinião para
filipeap1988@hotmail.com


HALLOWEEN 2
H2 - Holloween 2 2009 1h44min RT 2,1
de Rob Zombie com Tyler Mane, Malcolm McDowell, Brad Dourif, Margot Kidder

> Sinopse: Nessa sequência do remake de 2007, Laurie Strode (Scout Taylor-Compton)
é levada ao hospital, para se recuperar do último ataque de seu irmão, Mike Myers
(Tyler Mane), horas antes. Mas Myers continua sua busca implacável por vingança.
Depois que sua irmã não o aceita como membro da família, ele torna-se ainda mais
malvado, já que seu único laço com as emoções foi quebrado. Agora, há duas principais
vítimas em seu caminho: a jovem Laurie e o dr. Samuel Loomis (Malcom McDowell).

O primeiro Halloween de Rob Zombie, remake de 2007, foi exibida no Brasil em versão
completamente mutilada, cortando mais de 20 minutos de cenas violentas, para ser
exibido nos multiplexes com censura 14 anos. Um descaso imperdoável da distribuidora
PlayArte, que tenta pedir desculpas aos fãs do gênero, lançando Halloween 2, segundo
informa o trailer, em sua versão original sem cortes, com censura 18 ANOS.
Visto em 27/03 como convidado do multiplex Boa Vista
Mande sua opinião para fernando@kinemail.com.br

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Sessão para cinéfilo ajoelhar e rezar


O PROCESSO DE JOANA D'ARC
Le Procés de Jeanne d'Arc França 1962 1h05min RT 10,0
de Robert Bresson com Florence Delay, Jean-Claude Fourmeau, André Régnier
CINEMA DA FUNDAJ | domingo 28, 17h20

> O Processo de Joana D´Arc é umas das obras-primas de Robert Bresson,
diretor francês realizador de filmes como Pickpocket, A Grande Testemunha,
Mouchette
, O Dinheiro. Bresson reconstitui, com seu rigor característico, a prisão,
o julgamento e a execução de Joana D´Arc, baseando-se apenas em documentos
históricos, num filme impecável, perfeito, com pouco mais de uma hora de duração.
Ao lado do filme mudo de 1928, A Paixão de Joana D´Arc de Carl T. Dreyer,
esta é a versão cinematográfica mais fascinante do martírio da mítica
figura da história da humanidade, a heroína francesa julgada,
condenada por heresia e feitiçaria e levada à morte na fogueira.
Filme será exibido em cópia 35mm da Cinemateca da França no RJ.
Visto em 28/03 como convidado do Cinema da Fundaj
Mande sua opinião para
fernando@kinemail.com.br

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Cinemas Apolo e Parque


> No Cinema Apolo, Mostra de filmes Paralelos - Somos Todos Humanos
exibe, da segunda 29 até a quarta 31, 6 filmes com ENTRADA GRATUITA.
Na programação, Kinemail destaca Noite e Neblina, revolucionário e marcante
curta-metragem (32 minutos) de Alain Resnais, o belo Brinquedo Proibido
de René Clément e o documentário Arquitetura da Destruição de Peter Cohen.
Confira abaixo a programação completa:

Segunda 29

14h30 - O DIÁRIO DE ANNE FRANK
18h - ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO

Terça 30

14h30 - ESCRITORES DA LIBERDADE
18h - NOITE E NEBLINA

Quarta 31

14h30 - O MENINO DO PIJAMA LISTRADO
18h - BRINQUEDO PROIBIDO

> No Cinema do Parque, o novo filme de Peter Jackson, Um Olhar
do Paraíso
, divide horários com o infantil Alvin e Os Esquilos 2.

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Crônicas cinéfilas, opinião, dicas etc


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também pode acompanhar as dicas de cinema, DVD, filmes na TV etc
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Onde Vivem os Monstros

Até que fim assisti Onde Vivem os Monstros e com certeza valeu
muito esperar tanto para assistir esse filme belíssimo, divertido
e emocionante no cinema. A produção é impecável e o visual dos monstros
causa estranhamento, rompendo com o que estamos familiarizados.
Max é um menino complexo, confesso, mas que encanta qualquer um.
A trilha sonora é linda e combinou muito bem com o filme.
Onde Vivem os Monstros é fantástico e para mim já está entre
os melhores filmes que vi em 2010. Simplesmente adorei o filme!:)
Hittalo Rodrigues | hittalo.rodrigues@hotmail.com

Pra quem ainda não viu, Onde Vivem os Monstros ainda está em exibição,
mas agora apenas no Cine Rosa e Silva, diariamente. Confira e comente!


Monstros e comédia

Como Leitor VIP do Kinemail, adorei ganhar a camisa e os convites
para Onde Vivem os Monstros. Valeu a pena ter visto no cinema.
Gostei muito do filme, de tudo nele. Senti uma sinceridade e um
despojamento tocantes no filme. Há muita coisa poética, muitas
metáforas e talvez um prato cheio para alguns psicanalistas.
A trilha sonora é diferente e se ajusta bem à proposta. A fotografia
é muito bonita. Uma história simples, mas contada com muito
primor, criatividade e beleza. Isso é que faz a diferença.

Outro filme que vi foi Simplesmente Complicado. Achei que
é uma boa comédia, com boas sacadas, até divertido. Para mim,
o melhor do filme é ver Steve Martin num papel diferente dos
seus outros - e muito bem por sinal. Meryl Streep pegou um papel
que não exige muito dela, mas é sempre convincente. Alec Baldwin
segura as pontas, confirmando que seu forte é mesmo comédia.
Os coadjuvantes, porém, são todos muito fracos, com exceção
de John Krasinski (o Jim de The Office), cujo defeito é justamente
ser muito Jim. Isso parece pouco, mas me incomodou tanto que
não consegui entrar no clima do filme até que os filhos e as amigas
de Meryl Streep saíssem de cena. Enfim, filme que dá pra ver em DVD.
Heber Costa | hocs_x@terra.com.br

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